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Pug Records (2010 – 2020)

Marcando um período de 10 anos, a nossa segunda casa, a Pug Records, encerra atividades no fim de dezembro.

É uma honra tremenda ter feito parte dessa história. De ser parado aos montes por causa da “camiseta do cachorrinho” depois da passagem do Stephen Malkmus pelo Brasil até lançar o Elite dos 4 pelo selo no ano passado, nossa admiração pelo trabalho da Pug sempre cresceu. Apesar das despedidas, muita coisa ainda deve rolar até o fim do ano, então aproveitem para amolar o Du enquanto ele ainda está ativo por lá!

Boas férias a ele depois de uma década contando dias no calendário, escrevendo releases para blogueiro chamar de seu e apostando nas ideias mais malucas. A Pug vai fazer falta…

Mas aí, selo também pode fazer turnê de reunião 10 anos depois do hiatus? Hahaha Valeu, Du!

(ouvindo: La~Bial – “Memories”)

Tempos de lo-fi carioca

Triste notícia que a VICE Brasil tenha sido encerrada. A primeira aparição da Sereno por aí foi na Noisey, em 2017, época do lançamento do Adivinhar o Futuro das Estrelas.

Muita coisa mudou desde então, e nem o link incorporado do EP na matéria funciona, mas é nostálgico de ler. Para quem quiser relembrar tempos mais inocentes: “A estreia da Sereno é o respiro do emo lo-fi carioca”.

(Ouvindo: Lost System – “Condition”)

Roque é roque mesmo

Tiramos a poeira da câmera para filmar os shows do Vidro (da Suécia), do Clan dos Mortos Cicatriz e do Whipstriker em VHS. Mil barulhos na capital carioca. Tudo fica mais legal em lo-fi. 📼

Para conferir, é só seguir pro YouTube:

Também estamos terminando um monte de novidades da Sereno, mas a gente sempre encontra ideia nova para se ocupar hahaha.

(ouvindo: Missalina Rei – “桜花乱舞”)

 

From Chile with Love

Preparei uma mixtape para o EndingverseRadio, programa de rádio chileno do amigo Jose Wolleter. É uma mistureba de velhos favoritos e coisas que tenho escutado recentemente, desde a abertura do anime Galaxy Express 999 até os sarados do metal profano Blasphemy.

Você pode ouvir no Spotify ou em: https://anchor.fm/endingverseradio

Aqui a playlist completa:

  • Isao Sasaki & Suginami Children’s Choir – “Galaxy Express 999”
  • The Flying Luttenbachers – “Goosesteppin'”
  • Blasphemy – “Ritual”
  • GASTUNK – “LEATHER SHIP”
  • Katsurei – “Midori iro no honō”
  • Julian Cope – “Me Singing”
(ouvindo: Michael Schenker Group – “Into the Arena”)

Maximum Rocknroll 1982-2019

“… someone told me you people are crazy,
but I’m not so sure about that.
You seem to be all right to me”
(Lux Interior, The Cramps: Live at Napa State Mental Hospital)

MRR_SERENO_FITAS

Onde você estava quando ouviu a notícia de que a Maximum Rocknroll encerraria sua publicação impressa após as três edições seguintes? Bem, eu recebi ‘O E-Mail’ no fim da tarde de 13 de janeiro e conciliar a ideia de que algo que amo vai chegar ao fim tem se provado um pouco difícil, como a morte de um ente querido.

A partir de abril, a Maximum Rocknroll, fundada em 1982 por Tim Yohannan, deixa de circular em sua versão impressa. Aos leitores, restará apenas um futuro ainda incerto via internet e a continuidade dos programas de rádio. Para os shitworkers que administram a publicação nos últimos anos, trata-se de um passo rumo a um futuro mais estruturalmente viável, mas para muitos punks a iniciativa é morte do mais importante zine de todo o mundo.

Como encapsular a importância de uma entidade que foi uma das maiores influências nas sua maneira de encarar a vida? Uma instituição que moldou quem você é hoje e será sempre seu porto seguro? Receber o envelope com o endereço de São Francisco e sujar os dedos de tinta a cada virada de página eram a prova visceral e física de que as ideias que acredito têm um lugar no mundo. Meu próprio tinnitus manifestado em papel jornal.

Um dos colaboradores mais antigos, Brian Edge, escreveu algumas palavras sobre o punk como um movimento para a reedição do número 4 que se aplicam ao que sinto pela MRR:

“This was something real, something that didn’t fold under the pressure of conformity. This was about fighting back. This was giving a name and a soundtrack to dissatisfaction, anger, confusion, and pure, raw, unfiltered emotions. I stopped caring about wanting to fit in with ‘everyone else’, I didn’t have to be like the rest of the world — I could just be me, no more worrying, no more self-consciousness, no more bullshit.”

Ler essas últimas edições tem sido um longo adeus, e não poderia ser diferente. A sessão de cartas e as colunas foram inundadas por reminiscências, agradecimentos e alguns socos no estômago — em especial, a carta de três página da ex-coordenadora Joan DeToro detalhando todos os problemas que encontrou no cargo.

Para a Sereno, a edição #431, a penúltima, foi especialmente agridoce: o nosso segundo EP, Desapegos e Previsões de Morte, ganhou uma resenha elogiosa do Greg Harvester (The Grumpies, Neon Piss, Silent Era) no meio de um monte de discos de hardcore. É a segunda vez que a banda aparece na publicação. Somente na MRR dois fodidos de São Gonçalo recebem essa atenção.

MRR_SERENO_FITAS_2

Vida longa a Maximum Rocknroll.

(ouvindo: MRR Radio #1542 • 1/29/17)

Seja Punk Mas Não Seja Burro #01

seja_punk_mas_nao_seja_burro_vol1

Existem improbabilidades da vida, e existe estar no mesmo zine que o Charlie Brown Jr haha. No carinho do envelope direto de Juiz de Fora, recebemos a primeira edição do SEJA PUNK MAS NÃO SEJA BURRO, criado pela database.fm. A nossa música “Ainda Tenho Meus Sonhos Intactos”, do EP Desapegos e Previsões de Morte, apareceu entre as melhores de 2018 publicadas nessa edição inaugural. Honra demais.

Também ganhamos o número dois do No Lost Grrrls, que foi criado pela Liz Möller do Olympia Tennis Club. Tão caprichado quanto tudo o que ela faz. Ambos zines obrigatórios para quem acredita no faça-você-mesmo.

Procure saber:
Papelote Press
database.fm
No Lost Grrrls

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(ouvindo: Morbid Angel – “Hymn to a Gas Giant”)